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Rafa M.
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Era uma vez, em uma velha chezta-feira, uma tartaruga calva revolucionária, cansada da mesma vida de sempre, dos mesmos tipos de pessoas, das mesmas músicas, cansada na realidade do seu mundo apático. Quis então descobrir novos ares, frequentando novos ambientes e se envolvendo com outros tipos de pessoas. Pra essa velha tartaruga foi uma mudança [revolução] e tanta, pois tantos anos vivendo em um mundo totalmente diferente, com uma rotina a ser seguida. E de repente tudo isso muda, nada mais de rotina, nada mais a ser seguido, a não ser os passos da vida um ao lado do outro. Como a tartaruguinha estava apta a mudanças ela nem ligou muito para essa "desorganização", até que alguém do seu mundo apático, ao tentar conversar com ela começou uma conversa aos gritos, pois ela não queria se aproximar nesse momento de alguém do seu "velho" mundo, fazendo-a ver de um outro ponto de vista esse outro mundo. E foi ai que [coita da pobre tartaruguinha calva] começou várias interrogações na cabecinha desse pequeno ser, mas não em relação ao mundo apático, desse ela já sabia quase todas as respostas para as suas interrogações, mas sim em relação ao suposto novo mundo. Ela só tinha certeza de uma coisa, queria que o tempo passase, que a semana acabasse, pra que ela olhasse novamente a pessoa que ela conheceu nesse OUTRO mundo, queria que o tempo ao invés de passar voasse, para que essa pessoa retornasse e assim poderia abraçá-la e beijá-la DE NOVO.
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Rafa M.
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"Toda rosa é rosa pq assim ela eh chamada, todo carnaval tem seu Fim, e é o FIM, é o FIM... deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz.."
E as paredes do meu quarto vão assistir comigo a versão nova de uma velha história. Um velho EU.
Músicas:
. Los Hermanos - Todo Carnaval tem seu Fim
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Rafa M.
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Preciso de um momento de tranquilidade, já que esse dia não chega, vou ter que criar, assim como o homem cria tudo o que necessita e não existe. 'eu só aceito a condição de ter você só pra mim' Ontem diversão, hoje antigas novidades, amanhã rotina. Ultimamente nada cola, nem novo, imagina figurinhaS repetidas. ROTINA. E acaba que a gente sempre cai na mesmice de sempre.
